
Podemos observar e medir de forma objetiva e concreta, no mundo físico, a diferença entre as velocidades da luz e do som, e por isso não a questionamos. Porém, no âmbito dos sentimentos, não podemos fazer o mesmo com a velocidade de recuperação da mente e do coração, que não vemos nem medimos.
People, acho que todos já perceberam, e até vivenciaram a experiência que demonstra, que a mente e o coração têm ritmos diferentes no processo de rompimento de vínculos. A mente quer seguir adiante muito antes do coração estar preparado. É importante reconhecer essa diferença entre ambos, se existe o real desejo de sucesso no processo de cura do coração partido por uma perda ou rompimento.
O coração leva muito mais tempo para se adaptar à perda de um amor do que a mente: Dentro do processo, primeiro nos vem a certeza de estarmos preparados para seguir em frente, e, na seqüência, outra onda de sentimentos dolorosos aparece.
É como a alternância das marés, em que na maré baixa, os sentimentos dolorosos são escoados para dentro do mar, para longe de nós, nos permitindo desvendar mais um grau de poder e reconhecimento em nosso interior, para encontrar o amor novamente.
People, acho que todos já perceberam, e até vivenciaram a experiência que demonstra, que a mente e o coração têm ritmos diferentes no processo de rompimento de vínculos. A mente quer seguir adiante muito antes do coração estar preparado. É importante reconhecer essa diferença entre ambos, se existe o real desejo de sucesso no processo de cura do coração partido por uma perda ou rompimento.
O coração leva muito mais tempo para se adaptar à perda de um amor do que a mente: Dentro do processo, primeiro nos vem a certeza de estarmos preparados para seguir em frente, e, na seqüência, outra onda de sentimentos dolorosos aparece.
É como a alternância das marés, em que na maré baixa, os sentimentos dolorosos são escoados para dentro do mar, para longe de nós, nos permitindo desvendar mais um grau de poder e reconhecimento em nosso interior, para encontrar o amor novamente.
Na seqüência surge a maré alta, nos inundando com os sentimentos não resolvidos da raiva, da tristeza e da frustração.Essa alternância das marés emocionais, não apenas é um processo natural, mas também necessário, vez que o coração não se desliga de uma vez, mas faz isso aos poucos, em ondas, conforme as marés de nossos sentimentos ainda não resolvidos sobe e desce.
É justamente pela repetição desse processo de lamentação, que acabamos chegando ao desligamento.
Evitar a todo custo a dor e buscar o prazer, são os dois princípios mestres que embasam e sustentam a Lei da Sobrevivência.
Entretanto, quando o assunto é recuperar e curar um coração partido, essa lei, através da racionalização, tentando nos fazer pular etapas fundamentais da cura, pode nos levar a sentimentos insuportáveis, ou seja, pode piorar terrivelmente as coisas, nos levando a encontrar alívio na fuga das sensações de perda, e nos fazendo afastar desse sentimento prematuramente, tomando decisões e fazendo planos que proporcionam alívio a curto prazo, mas que são contraproducentes a longo prazo, pois quando opomos resistência às alternadas ondas de angústia, raiva, solidão, mágoa e vazio, de fato obtemos um alívio temporário, mas perpetuamos os elos que lhes dão origem.
Entretanto, quando o assunto é recuperar e curar um coração partido, essa lei, através da racionalização, tentando nos fazer pular etapas fundamentais da cura, pode nos levar a sentimentos insuportáveis, ou seja, pode piorar terrivelmente as coisas, nos levando a encontrar alívio na fuga das sensações de perda, e nos fazendo afastar desse sentimento prematuramente, tomando decisões e fazendo planos que proporcionam alívio a curto prazo, mas que são contraproducentes a longo prazo, pois quando opomos resistência às alternadas ondas de angústia, raiva, solidão, mágoa e vazio, de fato obtemos um alívio temporário, mas perpetuamos os elos que lhes dão origem.
Além disso, a resistência aos sentimentos dolorosos pode desencadear a depressão em vários níveis por provocar um ciclo de auto frustração que compromete nossa capacidade de percepção.Apesar de não seguirmos o compasso acelerado da mente em nosso processo de cura, uma mente decidida é o primeiro passo, e, o segundo e muito trabalhoso, é a liberação dos sentimentos não resolvidos.
Dedicar tempo extra para examinar as próprias emoções, além de normal é saudável, e acaba por proporcionar a cura completa. A mente quando decidida, volta a acreditar que “está tudo bem, a vida é assim mesmo”, e essa crença proporciona uma sólida base para a liberação, posto que um ponto de vista objetivo e positivo ajuda o coração a se desligar dos vínculos.
Tanto os homens quanto as mulheres, têm igualmente, a tendência de apressar o processo, porém de formas diferentes:
Tanto os homens quanto as mulheres, têm igualmente, a tendência de apressar o processo, porém de formas diferentes:
ELAS: As mulheres costumam evitar a dor negando a necessidade de amor; resolvem não mais acreditar, confiar, nem depender do amor, para se protegerem do sofrimento. Para as mulheres, o não envolvimento, implica em evitar o temor de serem novamente magoadas e frustradas.Entretanto, se uma mulher deseja ter seu coração curado, ela deve se conceder um tempo para se abrir para receber apoio dos outros, priorizando as próprias necessidades, não se afastando dos relacionamentos estabelecidos e permitindo que os outros venham ajudá-la.
ELES: Os homens têm maior dificuldade que as mulheres para compreender a necessidade de se conceder um tempo antes de seguir em frente. A maneira masculina de evitar ou minimizar seus sentimentos é mergulhar de cabeça em seu trabalho e/ou em outro relacionamento. É como os homens tentam acelerar o processo. Está aí a razão pela qual os homens passam tão rapidamente de um relacionamento para outro; pois se o que os faz sofrer é a perda do amor, eles solucionam o sofrimento encontrando o amor novamente (o que não significa em absoluto que eles não amavam as mulheres com quem estavam envolvidos antes, eles só estão tentando fugir da dor de sua perda). Geralmente, quanto maior a perda, mais rapidamente eles buscam se envolver em outro relacionamento, sem, contudo se comprometerem com ele.A maioria dos homens não possui uma compreensão instintiva de que reviver seus sentimentos diversas vezes, é parte essencial do processo de cura.
Se um homem deseja recuperar seu coração partido, ele precisa ser mais racional, criterioso e sábio ao guiar seus instintos, além de ter o cuidado de não se permitir assumir um novo compromisso logo em seguida, pois após alguns meses de cura, seus sentimentos podem mudar rapidamente, além do que, o apego a uma parceira interfere no processo de desligamento do vínculo com a união anterior.
O importante é ter sempre em mente, tanto os homens quanto as mulheres, que com a abordagem adequada e o intervalo emocional necessário, será plenamente possível dissipar a escuridão da desesperança e reencontrar a luz e o calor do amor e da alegria em seus corações.
Galera, já me estendi demaaaaaaiiiiissss por hoje, mas, futuramente, talvez retomemos esse tema, que é por demais complexo.
Agradeço aos inúmeros comentários enviados e que, a pedidos, não foram publicados, e me coloco a disposição para quem mais desejar entrar em contato.
Até a próxima, e fiquem com os
Abreijões carinhosos da
Kika Krepski®.
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