quinta-feira, 30 de julho de 2009

MOSTRE SUAS GARRAS: UNHAS, LEIS & LENDAS


Pois é dear, sempre digo que as mãos de uma mulher vivem em evidência, e não adianta sentar sobre elas porque estão notando suas unhas sim! Por isso, unhas sempre feitas, e bem feitas, é imprescindível.

Entretanto, poucos sabem que as unhas demandam alguns cuidados básicos para se manterem fortes, sadias, bonitas e com superfície regular, conforme veremos aqui.

É interessante como o fascínio por unhas coloridas é inerente ao ser humano, pois já no século III a.C., surgiram os primeiros esmaltes, os quais eram feitos de goma-arábica, clara de ovo e cera de abelha.

Foi naquele mesmo século, em nossa atual onipresente China, que surgiu o hábito de pintar as unhas; sendo que as cores serviam como um indicador da classe social das pessoas:

- Os vermelhos mais puros eram usados pelos indivíduos mais abastados, e o preto pelos reis, sendo que esse último foi mais tarde, substituído pelo dourado nas ocasiões festivas e pelo prateado para o dia-a-dia.

- Os tons rosados ficavam reservados para os nobres, e, by the way, nessa época, eram os homens que pintavam as unhas e não as mulheres.

Alguns séculos depois, em 1908 (mesmo ano em que surgiu a tintura para cabelos), surgiu uma espécie de verniz transparente, usado para dar brilho às unhas, que era aplicado com pincéis feitos com pelos de vison ou foca. Depois de seco o verniz, as unhas recebiam polimento com camurça. E viva o brilho, uh-lah-lah!


LEIS E LENDAS:

- Levar seu kit de manicure ao salão de beleza é lei sim. Isso evita micoses e dermatites transmitidas por fungos através de lixas e material não esterilizado ou esterilizado de forma ineficiente.

- Usar esmaltes para fortalecer as unhas é lenda. O que realmente importa para ter unhas fortes é a manutenção de uma dieta equilibrada, e a proteção delas dos efeitos corrosivos e abrasivos de detergentes e outros produtos químicos. Usar hidratantes à base de uréia também ajuda a manter as unhas mais saudáveis.


- Usar luvas para manusear produtos químicos e lavar louça é lei. Quando manusear esses produtos, calce luvas próprias para isso, pois além de abrasivos, esses produtos são passíveis de causar dermatites de contato.

- Não tirar a cutícula é lei. I’m sorry dear, mas é mesmo. A cutícula, como tudo no corpo humano, tem uma finalidade: Ela é a responsável pela preservação da matriz da unha, bem como bloquear a entrada de fungos e bactérias. O ideal é apenas empurrar, e nunca cortar as cutículas com alicates. O uso diário de cremes à base de ácido lático, (um poderoso hidroxiacido) sobre as cutículas, também ajuda a controlar seu crescimento excessivo.

- Usar esmaltes vermelhos para fortalecer as unhas é pura lenda urbana! E essa lenda se originou do fato de que, quando usam esmaltes vermelhos, as mulheres tomam mais cuidado com as unhas pois qualquer lasquinha que se solte fica muito evidente.

- Lixar as unhas quadradas é melhor sim, posso até dizer que deveria ser lei. Cutucar os cantinhos favorece infecções e o surgimento de unhas encravadas à medida que crescem.

- Deixar que as unhas descansem do esmalte é lei. É importante que elas refaçam a camada superior antes de uma nova aplicação. Uma folga de uns três dias é o bastante.

- Manter as unhas curtas e aparadas é mais saudável, é lei! O uso de unhas postiças pode resultar num acúmulo de umidade sob elas, favorecendo a proliferação de fungos e bactérias, e, as unhas compridas também podem se transformar em um depósito móvel de sujeira e resíduos. Se você não conseguir viver sem elas, quadruplique os cuidados com a higiene das mesmas.

Galera, como não estamos na China, mas dispomos de inúmeros artefatos “Made in China”, para incrementar nossa manicure, além de conhecimento daquilo que é realmente importante para a saúde de nossas unhas, podemos nos divertir com os mais diversos estilos, desde a manicure clássica até a artística.

Excuse me folks, mas agora vou cuidar das minhas garras, pois hoje quero colocá-las para fora!

Superhipermega abreijões da

Kika Krepski ®.

sábado, 18 de julho de 2009

INTERVALO EMOCIONAL: DANDO UMA PAUSA PARA O CORAÇÃO


Podemos observar e medir de forma objetiva e concreta, no mundo físico, a diferença entre as velocidades da luz e do som, e por isso não a questionamos. Porém, no âmbito dos sentimentos, não podemos fazer o mesmo com a velocidade de recuperação da mente e do coração, que não vemos nem medimos.

People, acho que todos já perceberam, e até vivenciaram a experiência que demonstra, que a mente e o coração têm ritmos diferentes no processo de rompimento de vínculos. A mente quer seguir adiante muito antes do coração estar preparado. É importante reconhecer essa diferença entre ambos, se existe o real desejo de sucesso no processo de cura do coração partido por uma perda ou rompimento.

O coração leva muito mais tempo para se adaptar à perda de um amor do que a mente: Dentro do processo, primeiro nos vem a certeza de estarmos preparados para seguir em frente, e, na seqüência, outra onda de sentimentos dolorosos aparece.

É como a alternância das marés, em que na maré baixa, os sentimentos dolorosos são escoados para dentro do mar, para longe de nós, nos permitindo desvendar mais um grau de poder e reconhecimento em nosso interior, para encontrar o amor novamente.

Na seqüência surge a maré alta, nos inundando com os sentimentos não resolvidos da raiva, da tristeza e da frustração.

Essa alternância das marés emocionais, não apenas é um processo natural, mas também necessário, vez que o coração não se desliga de uma vez, mas faz isso aos poucos, em ondas, conforme as marés de nossos sentimentos ainda não resolvidos sobe e desce.

É justamente pela repetição desse processo de lamentação, que acabamos chegando ao desligamento.

Evitar a todo custo a dor e buscar o prazer, são os dois princípios mestres que embasam e sustentam a Lei da Sobrevivência.
Entretanto, quando o assunto é recuperar e curar um coração partido, essa lei, através da racionalização, tentando nos fazer pular etapas fundamentais da cura, pode nos levar a sentimentos insuportáveis, ou seja, pode piorar terrivelmente as coisas, nos levando a encontrar alívio na fuga das sensações de perda, e nos fazendo afastar desse sentimento prematuramente, tomando decisões e fazendo planos que proporcionam alívio a curto prazo, mas que são contraproducentes a longo prazo, pois quando opomos resistência às alternadas ondas de angústia, raiva, solidão, mágoa e vazio, de fato obtemos um alívio temporário, mas perpetuamos os elos que lhes dão origem.

Além disso, a resistência aos sentimentos dolorosos pode desencadear a depressão em vários níveis por provocar um ciclo de auto frustração que compromete nossa capacidade de percepção.

Apesar de não seguirmos o compasso acelerado da mente em nosso processo de cura, uma mente decidida é o primeiro passo, e, o segundo e muito trabalhoso, é a liberação dos sentimentos não resolvidos.
Dedicar tempo extra para examinar as próprias emoções, além de normal é saudável, e acaba por proporcionar a cura completa. A mente quando decidida, volta a acreditar que “está tudo bem, a vida é assim mesmo”, e essa crença proporciona uma sólida base para a liberação, posto que um ponto de vista objetivo e positivo ajuda o coração a se desligar dos vínculos.

Tanto os homens quanto as mulheres, têm igualmente, a tendência de apressar o processo, porém de formas diferentes:

ELAS: As mulheres costumam evitar a dor negando a necessidade de amor; resolvem não mais acreditar, confiar, nem depender do amor, para se protegerem do sofrimento. Para as mulheres, o não envolvimento, implica em evitar o temor de serem novamente magoadas e frustradas.
Entretanto, se uma mulher deseja ter seu coração curado, ela deve se conceder um tempo para se abrir para receber apoio dos outros, priorizando as próprias necessidades, não se afastando dos relacionamentos estabelecidos e permitindo que os outros venham ajudá-la.


ELES: Os homens têm maior dificuldade que as mulheres para compreender a necessidade de se conceder um tempo antes de seguir em frente. A maneira masculina de evitar ou minimizar seus sentimentos é mergulhar de cabeça em seu trabalho e/ou em outro relacionamento. É como os homens tentam acelerar o processo. Está aí a razão pela qual os homens passam tão rapidamente de um relacionamento para outro; pois se o que os faz sofrer é a perda do amor, eles solucionam o sofrimento encontrando o amor novamente (o que não significa em absoluto que eles não amavam as mulheres com quem estavam envolvidos antes, eles só estão tentando fugir da dor de sua perda). Geralmente, quanto maior a perda, mais rapidamente eles buscam se envolver em outro relacionamento, sem, contudo se comprometerem com ele.
A maioria dos homens não possui uma compreensão instintiva de que reviver seus sentimentos diversas vezes, é parte essencial do processo de cura.
Se um homem deseja recuperar seu coração partido, ele precisa ser mais racional, criterioso e sábio ao guiar seus instintos, além de ter o cuidado de não se permitir assumir um novo compromisso logo em seguida, pois após alguns meses de cura, seus sentimentos podem mudar rapidamente, além do que, o apego a uma parceira interfere no processo de desligamento do vínculo com a união anterior.


O importante é ter sempre em mente, tanto os homens quanto as mulheres, que com a abordagem adequada e o intervalo emocional necessário, será plenamente possível dissipar a escuridão da desesperança e reencontrar a luz e o calor do amor e da alegria em seus corações.

Galera, já me estendi demaaaaaaiiiiissss por hoje, mas, futuramente, talvez retomemos esse tema, que é por demais complexo.

Agradeço aos inúmeros comentários enviados e que, a pedidos, não foram publicados, e me coloco a disposição para quem mais desejar entrar em contato.

Até a próxima, e fiquem com os

Abreijões carinhosos da

Kika Krepski®.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

AMOR, DEPENDÊNCIA E VÍNCULOS: ROMPENDO COM ELES QUANDO ROMPEM CONOSCO.

O fim de uma relação afetiva, seja pelo simples rompimento ou mesmo pela morte de uma das partes, implica na necessidade de romper também com sofisticados e maquiavélicos mecanismos interiores, que fazem do ato de recomeçar, um verdadeiro desafio.

Yes dear, recomeçar depois de uma separação traumática ou morte da pessoa amada, pode ser a experiência mais difícil de toda uma vida, só perdendo para a dor da perda de um filho.

O imensurável sofrimento inicial advém de nosso sentimento de impotência diante dos fatos, de nossa incapacidade de modificar o que aconteceu.
Perturbamo-nos e desesperamo-nos por conta da desesperança. O sentimento é de estarmos perdidos e abandonados na escuridão. O tempo não passa, parece se arrastar. Ficamos devastados por um verdadeiro Tsunâmi emocional.

Nosso coração se fecha, não pela perda do amor, mas porque temporariamente, nós paramos de amar, pois achamos que só podemos e só somos capazes de amar "aquela pessoa”... E é impossível o coração se abrir para outro quando está completamente fechado para alguém do passado.

Precisamos curar nosso coração, e é interessante observar que enquanto esse processo de cura não se completa, homens e mulheres feridos, têm reações e comportamentos bastante diferentes:

ELES tendem a deixar de querer bem, conseguem se envolver novamente de imediato, mas rejeitam totalmente a idéia e principalmente o fato de se comprometerem.

ELAS enfrentam sérios problemas no que concerne a confiança, e por isso não se envolvem, pois temem ser magoadas novamente.

Os relacionamentos afetivos se engrenam num ciclo de AMOR, DEPENDÊNCIA e VÍNCULOS.

Quando vivemos um amor, ficamos felizes por ter alguém que se importe conosco, alguém que espere por nós, que queira partilhar suas experiências conosco, e que queira saber de a respeito de nossas vidas e sentimentos. Alguém que compartilhe nossas dores e celebre nossas alegrias e vitórias.

E essa felicidade que sentimos, é como um opiato que nos torna cada vez mais dependentes da felicidade, mas não da felicidade em termos genéricos, e sim da felicidade que nosso(a) parceiro(a) nos proporciona. Outra, advinda de outra fonte, não serve.

Mesmo nas relações mais insatisfatórias, nas quais não recebemos aquilo que desejamos e precisamos, esse vínculo de dependência cresce, na medida em que alimentamos a expectativa e a esperança de conseguir fazê-las funcionar.

Por isso é tão comum conhecermos pessoas que julgamos tolas, por despenderem inutilmente tanta energia com pares obviamente inadequados.

De inúmeras maneiras, vamos nos tornando, a cada dia que passa, mais dependentes de nosso(a) parceiro(a) e de sua presença.

Essa dependência, com o passar do tempo, nos faz deixar de sentir a necessidade básica de amar e ser amado(a), substituindo-a pela necessidade específica de amar e ser amado(a) por nosso parceiro(a).

Desenvolvemos a necessidade do amor de nosso(a) parceiro(a), a carência DESSE amor. E de nenhum outro!

Assim, da dependência dos nossos parceiros para amar, criamos um vínculo com o amor, com a afetividade deles.
E acabamos por não nos dar conta do quanto contamos com o apoio e suporte desse amor, senão vejamos:

- ao sofrermos outras decepções e injustiças, basta nos lembrarmos da existência desse amor, para nos sentirmos acalentados, e nossa dor se tornar suportável;

- outras perdas, rejeições e fracassos que venham a acontecer no cotidiano, remetem automaticamente nossas mentes à lembrança de que em casa somos amados, e nos faz sentir protegidos.

Por tudo isso, de todas as perdas (excetuando-se a perda de um filho, como já mencionado), a amorosa é a que mais dói, pois nos priva de todas as nossas defesas, substituindo-as pela dor da perda, pela mágoa da privação, e pela dor da solidão. Quando perdemos algo que parece insubstituível, a experiência é devastadora.

Os vínculos ampliam nossas dores centenas de vezes.

Nossa "cura" vai depender de nossa capacidade e disposição de nos desligarmos desses vínculos, abrindo-nos para dar e receber amor de outras pessoas; pois nossa dor nos fará cativos se não assumirmos o risco de abrir nossos corações novamente. E os prisioneiros da dor de amor se tornam emocionalmente insensíveis, o que tira a alegria de viver.

Somente nos desligando dos vínculos é que nos recuperamos e recobramos nossa necessidade básica de amor, e somente sentindo o desejo genérico de amor, é que poderemos seguir adiante.

A ausência física de nosso(a) parceiro(a), nos faz achar que não podemos, não somos mais capazes de dar ou receber amor, pois durante anos fomos condicionados a depender de sua presença física, a qual nos fazia crer que ela fosse fonte e alvo concretos de apoio.

É preciso tempo para conquistar o desligamento desses vínculos, e descobrirmos que podemos amar sim, e muito, mesmo sem a presença daquela pessoa.

E COMO FAZER ESSE DESLIGAMENTO?

A única maneira eficaz que conheço, é se deixar levar pela maré, não fazendo qualquer esforço para se desligar, pois, se estou agarrada a alguma coisa e alguém tenta tirá-la de mim, meu reflexo será o de lutar para não perdê-la, me agarrando ainda mais a ela.

But watch out dear, pois sabemos que o local para onde vai nossa atenção, cresce, ou seja, se dirigirmos nosso foco em esquecer aquela pessoa, vamos pensar nela o tempo todo, fortalecendo ainda mais os vínculos existentes.

Sentir mais uma vez o desejo inato de amor, ainda que sós, é fundamental para seguirmos em frente.

Num primeiro momento, a lembrança do outro intensificará ainda mais a sensação de perda, podendo fazer aflorar sentimentos dolorosos como raiva, frustração, mágoa e tristeza.
Entretanto, essa dor é temporária, e só através da vazão desses sentimentos e emoções sofridos, é que conseguimos nos desligar dos vínculos de uma união.

Quando a cura estiver completa, a lembrança do outro não mais será dolorosa, não estaremos mais em uma luta constante com nossa incapacidade de modificar o que aconteceu, e estaremos muito mais fortes e melhores.

Não estaremos mais sentindo que precisamos ter alguém em nossas vidas para sermos felizes, e, a melhor hora para nos embrenharmos em um novo relacionamento, é aquela em que sentimos que não precisamos de um.

E people, digo isso de cátedra!

Super abreijões carinhosos da

Kika Krepski®.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Je Ne Veux Pas La Fin De Nous (Rare French Version)



Sempre tive curiosidade de saber como seria a voz aguda, firme, porém tão delicada de Michael Jackson cantando em Francês...

Ele sempre surpreende... Aí está.
Me emocionei (que novidade não, rsrsrs?)


Respeito os que não gostam (embora não os entenda), mas seria egoísmo não compartilhar um video clip, uma canção, um idioma, e sobretudo, um artista tão singulares...

Abreijões saudosos da

Kika Krepski®.

sábado, 27 de junho de 2009

DON’T STOP ‘TIL YOU GET ENOUGH…


Não parar enquanto eu não tiver o banstante? E dá para ter o bastante de Michael Jackson?


Pessoalmente, acho que nunca teremos tido o bastante de Michael Jackson; esse é o problema. Cada vez que o ouvíamos ficava um “gostinho de quero mais” retumbando bem lá no fundo e aqui na superfície também. Isso, quando nós o ouvíamos, mas, e quando além de ouví-lo, nós o víamos? Era difícil manter a compostura: o contágio era inevitável!

Eu mesma, só tomei conhecimento da existência de Michael Jackson quando tinha uns 10 anos de idade, e adorei. Quase furei um compacto simples com a música Ben, a música do ratinho... Pois é... assim fomos crescendo: ele em LA, eu aqui em Sampa, e eu, sempre levando vantagem sobre ele.
Sim, claro; afinal foram os “meus” sonhos que foram acalentados pelas músicas e pela voz dele; e sua música amadurecia na proporção direta em que amadureciam os meus sonhos, até mesmo em função de nossa relação de idade.


Mas, e os sonhos dele? Só foram acalentados por aquilo que o dinheiro podia comprar?

Sem colo?

Sem cafuné?

Sem selinho roubado em bailinho de garagem?

Os de minha geração sabem muito bem do que estou falando: de ritos de passagem silenciosos que não há fortuna que possa pagar ou compensar.

E que ao que tudo indica ele não viveu...

Michael sempre me passou um sentimento de solidão, incompreensão e auto-rejeição absolutas.


A necessidade de mudar de imagem, para mim, era a negação dele próprio, onde só devem ser condenados aqueles que condenavam tal necessidade, pois é fácil criticar, e a crítica sem participação pode ser considerada ofensiva...
Afinal, tantas pessoas da mídia com projeção infinitamente menor que a dele, foram literalmente transformadas pela ação de bisturis...

Tantos socialites vivem em câmaras de bronzeamento para mudar de cor...


Acho que agora vão finalmente parar de criticá-lo um pouco, porque infelizmente o ser humano só valoriza o que tinha depois de perder... Agora o seu valor está sendo percebido...

O valor do astro que gravou seu vídeo clip “They don’t really care about us”, numa boa, onde nem a polícia entra...
Irônico no mínimo...
Principalmente para alguém que era rotulado de intocável.

Michael, eu pessoalmente ainda hadn’t got enough de você ou de sua música, e sei disso porque eu chorei, (não caí em prantos de marketing, foi só um choro discreto e muito dolorido) mas como não tenho controle sobre a maioria das coisas, vou procurar me contentar com os seus álbuns (tenho TODOS).

Quanto a você, espero que possa finalmente sentir-se acolhido, aceito, amado e compreendido, onde quer que esteja; e que continue compondo, cantando dançando, mudando o visual o quanto queira.
Siga sua canção: Don’t stop 'til you get enough.

Fique na Paz e tenha muita luz.




Você merece!

Abreijões amorosos e fraternos da

Kika krepski®.




quarta-feira, 24 de junho de 2009

QUEREMOS PERFUMES!



Gente, para quem desde sempre viveu uma paixão incondicional por perfumes, é muito triste essa questão dos “novos perfumes” ou “nova geração de perfumes”...


Desde muito jovem, na década de 70, quando perfumes importados eram praticamente um “luxo social” (contrabando em tempos de militarismo, quer mais?), e no Brasil os que nos chegavam eram Caléche, Cabouchard, e, um pouco depois o Calandre, os quais eram quase um símbolo de poder para as mulheres, e só entravam no país através de contrabandos suspeitos, (se os contrabandos eram suspeitos, imaginem os produtos contrabandeados...) em frascos que hoje recebemos como brindes nas boas perfumarias, só que rotulados de “miniaturas”, contendo 5, 7, 10, e no máximo 15 ml do produto, eram vendidos a preços bastante elitistas, que sou uma verdadeira aficcionada por perfumes.


E ter um Chanel n.º 05 então?



Afinal, esse perfume era o que Marilyn Monroe “vestia para dormir”, segundo suas próprias palavras!


Até concordo que eram aldeídicos demais, atalcados demais, e/ou amadeirados demais; mas eram “demais” porque sem qualquer sombra de dúvida, também fixavam bem demais!!! Bons tempos aqueles dos fixadores a base de âmbar, e não sintéticos...

Se fugíssemos desses, ainda nos restavam alguns como o “White Magnólia”, da conceituadíssima marca Helena Rubstein, que dispunha até de versão em gel; o Charlie, e o Laugh, ambos da Revlon, verdadeiros queridinhos das mulheres que despontavam, no então “chauviníssimo” mercado de trabalho! Nossa, e o Extrato de Almíscar Selvagem, e seu “irmão” Patchouly? Dois óleos perfumadíssimos da Coty, que vinham em minúsculos frascos de vidro escuro. O primeiro era comentado como sendo afrodisíaco por ser feito a partir do sêmem do bode montês (hoje sabemos o que é um feromônio), e o segundo, diziam ser “feito de maconha”. Mas esses óleos não abandonavam nossas vidas por nada, fixavam tão bem, que as roupas permaneciam perfumadas mesmo depois de lavadas. Certa vez, eu e mais duas amigas adolescentes, estávamos em meu quarto, e quando abri uma gaveta com blusas, ambas começaram a discutir se aquele era o “meu cheiro”, ou o cheiro da outra; mas na verdade era o cheiro de ambas, pois nós duas usávamos “Extrato de Almíscar Selvagem”!

Vejam só, era tão marcante e fixava tão bem, que marcou época e continua fixado na lembrança... ...É, todos eles deixavam rastros, marcavam presença...


Apertando a tecla “Fast Forward”, avançamos no tempo e chegamos à segunda metade da década de 80, quando começamos a ter acesso a uma gama mais variada de perfumes importados, que vinham ampliando o caminho aberto, pelo até hoje muito usado Opium, de Yves Saint Laurent, para fragrâncias florais e orientais, sensuais e marcantemente adocicadas, tais como Anäis Anäis e Lou lou de Cacharel (Lou Lou foi criado em homenagem a atriz Louise Brooks, uma autêntica diva do cinema da década de 20), e Poison de Dior, logo seguidos por Giorgio Beverly Hills, e Carolina Herrera EDP.


Essas fragrâncias, geralmente na versão EDP, nos faziam correr o risco de pecar pelo excesso... (e sempre pecávamos... na maioria das vezes intencionalmente)pois eram intensas, profundamente marcantes, glamourosas, quentes e sensuais! Bom demais! Deixavam uma aura ao redor de quem as usasse, a qual, invariavelmente, se tornava uma marca pessoal.


E essas fragrâncias, verdadeiros “néctares olfativos”, foram sendo seguidas por outras da mesma linha perfumística, como Dolce Gabbana, Samsara, Aromatics Elixir, Byzance, Moschino EDP, Obsession, e outros tantos que foram deixando os secos “Fidji” num mar de esquecimento (belo trocadilho, ãh?).


Meados dos anos 90: Calvin Klein vinha marcando presença entre os preferidos com Obsession e Eternity, ambos EDP, quando lança seu frutal e deliciosamente marcante Escape, também EDP, que traz no vácuo de sua chegada, outras fragrâncias frutais almiscaradas, como L’Eau D’Issey, de Issey Miyake, com notas olfativas deliciosamente doces de melões maduros... ..Melões maduros, melancia, país tropical, clima quente, muita melanina na pele do povo sempre na praia e.... E sob tais escusas, acusaram nossos marcantes e docemente sensuais perfumes de enjoativos e inadequados para o nosso clima.

(clique na foto acima para ampliá-la)


E foi então que começamos a receber a tal da “nova geração” de perfumes: as famosas “Eau Fraîche, Tendré...” da vida, que não passam de “aguinhas de limão” para os verdadeiros apaixonados, estudiosos e colecionadores de perfumes!


Recentemente, saí em busca de uma fragrância que fosse novidade no mercado, e bastante marcante, mas que não fosse o Dior Addict EDP (que já tem mais de uma versão águinha de tangerina), e, pasmem, um mês depois, “trocentos” lançamentos experimentados (NA PELE SEMPRE, nada de conhecer perfume em fitas olfativas, ok?), e seis adquiridos, somente dois deles se aproximaram dos efeitos dos bons e marcantes perfumes adocicados de outrora: Fuel For Life EDP da Diesel, amei o Armani Code Elixir de Parfum, mas que não podemos contar, pois a versão elixir é edição limitada no Brasil, segundo informações que obtive nas perfumarias, e Ange ou Demon de Givenchy, mas a EDP, claro, porque além da versão mais leve EDT, já foi lançado também em versão tendré.
Quer dizer, o perfume já é lançado em versão “água de alguma coisa”, como se deixar um rastro de seu perfume por onde passar, fosse um crime com pena prevista em lei.
Tudo bem, concordo que os anos 80, e a primeira metade dos anos 90 ficaram conhecidos como “os anos dos exageros”, mas não precisavam ter radicalizado tanto na suavização dos mesmos. Acho ainda que é importante que existam versões mais leves das fragrâncias, para aquelas pessoas que têm medo de ousar, ou que têm uma certa intolerância a aromas muito intensos, bem como as versões sem álcool para os alérgicos. Um exemplo clássico é o da gestante, que tem seu olfato muito mais apurado e sensível durante o período de gravidez. Entretanto, se o respeito pelos adeptos de “cheirinhos”, lhes permite ter o direito de escolha, por que nós, consumidores vorazes, compulsivos, verdadeiros dependentes químicos de bons aromas (perfumólatras?), não estamos tendo nossas preferências também respeitadas?
Por que não são lançados mais elixires e “parfums”? Ou ainda, por que não mais importam esses perfumes para nosso consumo? Aqui entre nós, país tropical em tempos de rombo na camada de ozônio, tsunâmis, e aquecimento global, é quase que universal, não é não? Então, em meu nome, e em nome de todos os apreciadores das fragrâncias intensas e marcantes, peço que revejam a questão dos perfumes, pois, para nós, “aguinha de limão” só vai bem em caipirinha, e, “aguinha de flores” em banho de descarrego!


Boas opções para este inverno:

-Diesel, Fuel For Life Unlimited,

- Secret Obsession de Calvin Klein,

-Essence, Narciso Rodriguez,

-I Loewe You Tonight, de Loewe

-Ange ou Demon de Givenchy EDP continua em alta, e

os homens não podem deixar de conhecer o novíssimo




La Nuit de L'Homme, de Yves Saint Laurent.


Abreijões perfumados da


Kika Krepski®.


segunda-feira, 15 de junho de 2009

SAFARI URBANO: SOLTE SUAS FERAS...


Nesse outono/inverno 2009, a moda dita que as mulheres não deixem por menos, que libertem sua tigresa interior, que saiam pelas ruas virando onça, e apostando para que dê zebra num verdadeiro safari urbano.


That's it girls! Camufladas por estampas de oncinha, tigre e zebra, envolvendo roupas, sapatos e acessórios, vamos invadir as ruas da cidade e fazer as temperaturas da estação subirem nos agitos around the clock.

E temos mais é que aproveitar mesmo, afinal, a última vez em que a padronagem de oncinha esteve em alta, foi há quase uma década atrás, no outono/inverno 2000. Simply Unforgetable... And adorable!

Afinal, Perua que não é fake na peruíce (ou peruagem, como queiram), A M A estampa de onça, por mais que a rotulem de "kitsch".


O que é "kitsch"?

Well dear, "kitsch" é um termo alemão, o qual, traduzido literalmente para o Português, significa BREGA mesmo. Mas o brega copiando o chic (sei que em nossa língua nativa é "chique", mas gosto mais do "chic", ok?) também pode ser chamado de "kitsch", bem como tudo o que for alusivo à cultura popular e cafona se tornando erudita e intelectualizada.

In my opinion, o que acontece nos desfiles de moda, nas apresentações de novas coleções de estilistas outstanding, fazendo o brega virar elegante, o feio ficar bonito e o cafona virar tendência, como explicação do termo "kitsch", pode ser considerado "the best".

Mas "kitsch" ou "chic", chega de divagações, para voltarmos ao nosso tema: As padronagens de onça, tigre e zebra.

Para se ter uma ideia de como essas padronagens estão em alta, ou por que não dizer, nas alturas, a M.A.C lançou no mês passado nos EUA, a "Warrior Style Collection", ou Estilo Guerreiro, onde produtos em cores quentes, vêm em embalagens estampadas em onça ou zebra...


Pois é, até na roupagem dos cosméticos...


But cool off honey, porque não há data prevista para o desembarque dessa feroz coleção aqui no hemisfério sul.




Eu já me garanti e me abasteci com acessórios, sapatos e algumas "pecinhas" felinas; afinal, aqui, abaixo da linha do Equador está frio, e nada melhor para aquecer, do que pele sobre pele... ...mesmo que seja só a estampa.





Abreijões da




Kika Krepski®.